quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Briga pelo poder promete agitar a Câmara Municipal de Buíque

  
O ano mal começou e a briga pelo poder já se instaurou em definitivo na Casa Jorge Domingos Ramos, sede do legislativo buiquense, com a proximidade da eleição que escolherá o novo presidente da Câmara. É que, após ter aprovado em 2009, o projeto que permite a reeleição do presidente da Casa, o vereador Rômulo Camêlo (PSD), que presidia a Câmara na época, agora diz que o projeto é ilegal, “e não condiz com o que rege o Regimento Interno da Câmara, nem na Lei Orgânica do Município”. Para o vereador, houve erro constitucional por tarte da assessoria jurídica do Poder Legislativo na interpretação do projeto. “A reeleição na Câmara não existe”, afirmou com veemência ao blog www.buiqueecia.blogspot.com, o vereador Rômulo.

Na última sessão, terça passada (18), o vereador comunicou ao atual presidente, André de Toinho (PSD), que está de posse de documentos que anulam o projeto de reeleição na Casa. Rômulo afirmou ainda que cópias dos documentos já foram entregues a alguns dos seus colegas e seus respectivos advogados, que em caráter de urgência, darão entrada na justiça com o processo anulatório, acabando de vez com a reeleição para presidente do Poder Legislativo local.

Principal interessado na manutenção do projeto que permite a reeleição na Casa Jorge Domingos Ramos, o atual presidente, André de Toinho, após garantir em plenário que não tinha a ambição pessoal de concorrer mais uma vez a segunda cadeira mais cobiçada do município, entraria na disputa apenas para atender um pedido dos seus colegas, André procurou a redação do blog www.girosocialb.com.br, para garantir que disputará sim a presidência da Câmara mais uma vez.

Contrariando o colega Rômulo Camêlo, o atual presidente afirmou ao blog que a inconstitucionalidade do projeto de reeleição da Casa não tem nenhum fundamento. Ele garante que será sim candidato a reeleição e já conta com o voto de sete dos seus doze colegas. “Não podermos ir ao desencontro de um projeto que já foi aprovado dentro da lei, porque não será aceitável aprovar um projeto e depois desaprová-lo”, garante o presidente.
   

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