
Será no dia do aniversário da cidade (11/09), que o
Cinema Rio Branco, o mais antigo em funcionamento na América Latina,
reabrirá oficialmente às portas para a população com o filme "Cine
Holliúdy", às 19h30. De acordo
com a crítica o Cine Holliúdy do diretor cearense Halder Gomes é um filme brega, assumidamente. A
cafonice é voluntária e está explícita no visual (figurinos, cabelos), nos
diálogos (expressões cearenses legendadas em português), nos nomes dos
personagens (Francisgleydisson, Valdisnei, Whelbaneyde) e na trilha sonora
(Odair José, Márcio Greyck, Fernando Mendes).
Mesmo
assim, o filme consegue impor respeito e pode ser visto como uma bonita
homenagem à arte do cinema, o que reflete um pouco do sentimento nessa
reabertura do Cine Rio Branco, que em Maio fez 96 anos
Para a
prefeita, o início das atividades do Cine Rio Branco é um “reencontro de
Arcoverde com a sua história e o cumprimento de mais um compromisso de governo,
que é garantir opções de lazer e cultura para a população”. Além das exibições
comerciais, o cinema também será palco de festivais e apresentações de filmes
culturais.
Os
ingressos serão a preços populares: inteira - R$ 10,00 e meia-entrada - R$
5,00. Nas semanas seguintes, já existe programação previstas. A partir do
dia 20/09 - "Guerra Mundial Z", com Brad Pitt e no
dia 27/09 é a vez do "Meu Malvado Favorito 2".
Avant
Premier - No dia
10, a Prefeita Madalena Britto fará uma pré-estreia do Cine Holliúdy, às 19h30
só para convidados, inclusive, com a presença do diretor do filme Halder Gomes.
O filme
cearense nas primeiras semanas bateu outro grande sucesso: o Tropa de Elite 2,
do diretor José Padilha. No último dia 30 de agosto, o filme foi lançado
em 50 salas de cinema no norte e nordeste. "Depois, o Brasil
inteiro", afirma Halder Gomes.
Sobre o
lançamento no sul e sudeste do País, o diretor não teme que a realidade local
das regiões atrapalhe na identificação com o filme. "Já testei o filme em
Bangock, e os tailandeses se amarraram. O filme também foi exibido na Mostra
Internacional de São paulo, que é o público mais crítico do Brasil, e as
sessões ficaram lotadas e o povo morreu de rir", argumenta. "Não é só
um filme regional, é uma obra que fala para qualquer plateia e qualquer
cultura", finaliza.
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