segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Senador Armando Monteiro (PTB) atribui rompimento ao PSB e diz que não pode dar as costas ao ex-presidente Lula

  
Em maratona por várias cidades sertanejas no ultimo final de semana, o senador e pré-candidato a sucessão estadual, Armando Monteiro Neto (PTB), disse em entrevistas a algumas rádios locais, que o culpado pela saída dos trabalhistas da Frente Popular foi do próprio governador Eduardo Campos (PSB), quando ele decidiu sair da base aliada da presidente Dilma, para se lançar candidato a presidente no ano que vem. Segundo Armando, o ex-presidente Lula (PT) estará no Estado reforçando o palanque de Dilma e demais aliados.

"O PTB não promoveu um rompimento dentro da Frente Popular. O que ocorreu é que o PSB, que é o partido do governador Eduardo Campos e, portanto lidera a nossa aliança aqui, entendeu que deveria lançar uma candidatura a Presidência da República, o que eu considero um projeto legítimo. Com isso, a responsabilidade pela dissolução da Frente Popular não é nossa, é do PSB", disse o senador.

Para o senador, já que a legislação prevê a possibilidade de reeleição, e a presidente Dilma (PT) tem o direito de pleitear o seu segundo mandato, seria um "abandono" deixar a aliança nacional com o PT. "Nós entendemos que, como estávamos na base de apoio da presidente, como ela tem o direito que a legislação lhe assegura, de poder disputar a reeleição, não seria, ao meu ver, próprio que no meio do caminho pudéssemos pular do barco, abandonar a presidente Dilma, dar as costas ao presidente Lula, que fez tanto por Pernambuco. A partir daí, nós vamos tomar caminhos distintos, assegurou Armando.
   

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